Ultimamente tenho convivido com uma velha senhora, passada dos 60, chamada Hepzibah. Ela entrou na minha vida quando finalmente consegui escapar do rádio, tv, notebook, a rotina acelerada de vai e vem, casa, cachorro, buzinas, zumzum ao redor e ao longo do bairro, a zoeira da cidade.
Um velho livro amarelado de papel é como uma prega no tempo, que nos permite mergulhar numa mágica evasão, para voltar renovados, grávidos de ideas e relações. A vida triste de Hepzibah me reconfortou, e com ela tenho perambulado pela "Casa das sete torres" (The house of seven gables).
O livrinho veio de um sebo próximo à Avenida Brasil, indício de avanço em Balneário Camboriú. Vários sebos surgiram nos últimos tempos, nesta cidade que é um deserto cultural.
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