terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Hepzibah, the old lady, of Hawthorne

Ultimamente tenho convivido com uma velha senhora, passada dos 60, chamada Hepzibah. Ela entrou na minha vida quando finalmente consegui escapar do rádio, tv, notebook, a rotina acelerada de vai e vem, casa, cachorro, buzinas, zumzum ao redor e ao longo do bairro, a zoeira da cidade.

Um velho livro amarelado de papel é como uma prega no tempo, que nos permite mergulhar numa mágica evasão, para voltar renovados, grávidos de ideas e relações. A vida triste de Hepzibah me reconfortou, e com ela tenho perambulado pela "Casa das sete torres" (The house of seven gables).

O livrinho veio de um sebo próximo à Avenida Brasil, indício de avanço em Balneário Camboriú. Vários sebos surgiram nos últimos tempos, nesta cidade que é um deserto cultural.

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